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Dilma defende uso de redes sociais

By 23 de setembro de 2011 No Comments

Na ONU, Dilma defende uso de redes sociais para prestar contas do governo.

Durante encontro em Nova York, presidente disse que novas ferramentas são essenciais para promover serviços públicos e atender melhor aos cidadãos.

A presidente Dilma Rousseff ressaltou a importância do acesso à internet e das redes sociais para a promoção de governos mais transparentes. Ela fez essa afirmação durante o encontro do “Governo Aberto”, evento que ocorreu em paralelo à 66ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA).

No encontro, representantes de 60 países se comprometeram a discutir e a executar políticas públicas transparentes. A partir dessa ação, os membros que integram o grupo pretendem colocar em prática medidas internas para mais clareza na prestação de contas.

Dilma defendeu que o uso das redes sociais é essencial para a promoção de governos mais acessíveis ao cidadão e para a melhoria dos serviços públicos como saúde, educação, infraestrutura e meio ambiente.

“A internet e as redes sociais vêm desempenhando papel cada vez mais importante para a mobilização cívica na vida política. Vimos o poder dessas ferramentas no despertar democrático dos países do norte da África e do Oriente Médio sacudidos pela Primavera Árabe”.

PNBL
Diante dos chefes de estado presentes no encontro, Dilma explicou que o Programa Nacional de Banda Larga vai solucionar o principal problema de acesso à rede que é o alto custo. Ela citou algumas experiências brasileiras para garantir o acesso às informações do governo como o Portal da Transparência, que publica na internet os gastos do governo, e o trabalho da Controladoria-Geral da União (CGU) no combate à corrupção.

Segundo ela, a divulgação desses dados não permite apenas o acesso individual dos cidadãos, mas “trata-se também de assegurar a apresentação das contas, a fiscalização e a participação dos cidadãos, criando uma relação de mão dupla permanente entre governo e sociedade”. Dilma mencionou também que há uma “positiva vigilância da imprensa” que não é submetida a constrangimentos por parte do governo.

Fonte: IDGNow

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